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Movimentos espirais

Instalação artística realizada durante a apresentação da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), composta por 4 atos, em diálogo com a Sinfonia nº 7 de Anton Bruckner.

Movimentos Espirais surgiu a partir de uma residência inédita junto à OSB, na qual o som passou a operar como estrutura composicional na pintura da artista. Em diálogo com a Sinfonia nº 7 de Anton Bruckner, o projeto traduziu ritmo, duração e intensidade sonora em gesto, variação cromática e organização espacial. Aqui, a obra não ilustra a música, ela investiga de que maneira o som pode organizar a matéria visual.

 

A espiral funciona simultaneamente como forma e método, sugerindo acumulação, repetição e fluxo temporal. Esse trabalho consolida o som como matéria central na prática da artista, expandindo a pintura para o campo da instalação e preparando o terreno para investigações posteriores.

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